terça-feira, 17 de julho de 2018

4ª Corrida Portucale - última prova de fim de época


Domingo.
Ás 08H26 em ponto, Teresinha, Leninha, Pedrinho e Mike arrancam para mais uma prova.
Desta vez era para o lado de lá da ponte Arrábida.
Estacionamos o bote no parque destinado pela organização.
Dá-mos logo de caras com o Tiago Martins (ultimamente está a "andar" muito este atleta), últimos preparativos e toca a descer para o Cais de Gaia.
Descer não custa mesmo nada, não é?
Olha se fosse a subir e, a correr!
Uff.
Mas, não é.
Chegados lá abaixo ainda vamos a tempo de apreciar a Corrida dos pequeninos.
500 metros para aquelas "formigas" começarem a ganhar o gosto pela corrida.
Uma ternurinha ver aqueles miúdos todos contentes com a corrida.



                                           Aqui estão os campeões de amanhã


Ah, o que nos esperava?

- 4ª Corrida Portucale
- 10 horas
- 15K

4ª Corrida Portucale que estamos presentes.
Não falhamos uma (a primeira foi de 10K).
O sol estava envergonhado mas, estávamos com muita humidade, ar abafado e temperatura a rondar os 24 graus.
Lá fomos aquecendo (era preciso?) e, claro, começaram os encontros com gente amiga conhecida.
Como hábito, algumas fotos tiradas para a posteridade,



 Aqui os Happyruns com o amigo Tiago Martins



                         Aqui com o amigo Lénio verdadeiro portador da alma salgueirista

Ok, já aquecidos, vamos lá para a caixa de partida.
Já estava a escorrer por todos os lados e ainda não tinha partido.
Tiro de partida e, aí vamos nós.
Esta via está diferente com novo piso pois, proibiram os automóveis e aumentaram os passeios.
Já estamos a entrar na Ponte D. Luíz (sim, é com "z" mesmo) e, como de costume, a sensação é terrível!
Toda a estrutura da ponte abana (tinha de ser senão partia) e, não sentimos os pés no chão, dá a sensação que estamos sempre no ar e a cair a qualquer momento.
Ponte atravessada (K1 já feito), virar á direita para ao Freixo.


                             Pedrinho já nos tinha deixado para trás e, aí vai ele 😋


                                       Mike e Teresinha concentradíssimos 😝                                      


                                Leninha também mais que concentradíssima 😝

Íamos em ritmo confortável porque, já sabia, o calor lá mais para o fim ia "apertar".
Até ao Freixo encontramos o Adriano, Mário Soares, o Tiago e a Maria Ricardo.
Todos nos saudamos e todos eles nos passaram.
Siga.
Retorno na Ponte do Freixo (K4,5), abastecimento e, já estamos de volta.
Pedrinho cruza connosco e nos incentivamos.
Ao K5 olho para o relógio: 28 minutos e 11 segundos
Ok.
Deixa-te ir assim que estás confortável.
Túnel da Ribeira (aqui há sempre quem grite pelo seu clube para, com o eco, se ouvir bem) e, já estamos a descer (e muito) para o cubo da Ribeira.
Aqui o contraste era evidente: uns (maioria turistas), sentados nas esplanadas a beberem fininhos, e outros (os "tolinhos" como nós), a suarem as estopinhas naquela manhã bem quente.
Agora toca a subir para a Ponte D. Luíz (custa um pouco) e, vamos lá novamente para Gaia.
Aqui, somos bafejados pela sorte pois uma fotógrafa nos tira uma boa foto,


                                             Enquadramento bem bonito da Ponte D. Luíz

Siga.
7 K já estão.
Acabamos de ultrapassar a Maria Ricardo (incentivo-a a vir connosco) e, estamos rumo á Ponte Arrábida.
Já estou a sentir os efeitos do calor e vou procurando as sombras.
Pouco antes da ponte, K10
Relógio marca: 00:57:21
Ok.
Podia ser melhor mas, hoje não é de esperar grande coisa no tempo final.
Novo abastecimento.
Siga.
Marina da Afurada (aqui com muito incentivo do público) e, já estamos no retorno.

                                                      
                                                             No retorno da Afurada

Novamente Marina Afurada e, já falta pouco.
Pedrinho já ia bem á frente.

                                       
                                            Aqui está Pedrinho já bem adiantado de nós

Novo abastecimento, Ponte Arrábida, tá quase, tá quase, acelera um pouco, passamos o Adriano e, já vejo a meta lá ao fundo (Pedrinho já á nossa espera para nos tirar mais uma foto), siga, siga, ... pronto, já tá.
Água, fruta, medalha e isotónico.
Leninha chega logo após,


                                                       Leninha a cortar a meta

E pronto.
Assim termina a nossa época de atletismo.
Provas, agora, só em setembro.
Descansar um pouco e treinar afincadamente para ver se conseguimos fazer a maratona do Porto em novembro!
Agora vamos lá subir a Rua Serpa Pinto até ao parque de estacionamento.
Ah e, como foi então a nossa época?
Uma imagem vale mais que mil palavras, não é?


                                                A imagem de marca de fecho de época 😝😝

Antes dos finalmente só queria realçar a excelente organização desta prova em todos os aspetos.
Excelente itinerário, sempre nas margens do Douro, abastecimentos impecáveis, tudo do melhor, não fosse esta a prova da nossa campeoníssima Rosa Mota!
Agora sim, agora os finalmentes,

Terminaram a prova 822 atletas
- Teresinha, tempo de 01:29:39, lugar 623 da geral e no seu escalão (F), lugar 75 em 154
- Mike, tempo de 01.29:39, lugar 624 da geral e, no seu escalão (M), lugar 549 em 681
- Pedrinho, tempo de 01:20:28, lugar 408 da geral e, no seu escalão (M), lugar 380 em 681
- Leninha, tempo de 01:44:46, lugar 789 da geral e, no seu escalão (F), lugar 143 em 154

Os nossos amigos,
- Tiago Martins, tempo de 01.20:43, lugar 432 da geral e no seu escalão (M), lugar 409 em 681
- Mário Soares, tempo de 01:21:37, lugar 460 da geral e, no seu escalão (M), lugar 424 em 681
- Maria Ricardo, tempo de 01:33:02, lugar 695 da geral e, no seu escalão (F), lugar 96 em 154
- Adriano Ferreira, tempo de 01:30:00, lugar 640 da geral e, no seu escalão (M), lugar 562

- Vencedor masculino: Carlos Costa com o tempo de 00:49:30
- Vencedora masculina: Marisa Barros com o tempo de 00:57:00

E, pronto, época terminada.
Boas férias para todos e bjs e abraços
MIKE
2018.julho





segunda-feira, 2 de julho de 2018

30ª Corrida de S. Pedro: a prova que não era mas,........... foi.



A prova que não era para ser mas,............... foi.
Então, porquê?
Ora vamos lá desvendar este "mistério".
Especialmente a partir do início deste ano passamos a priveligiar as meias maratonas em detrimento das provas de 10K
Tanto assim é que, este ano (e já vamos a meio do ano), apenas tínhamos participado numa prova de 10k, a Corrida do dia do Pai em março.
Assim, já em fevereiro último (com antecedência, portanto), tínhamos decidido ir á Corrida das Fogueiras em Peniche que se realizava a 30 de junho á noite.
Ok, estou no site da prova (das Fogueiras, como disse em fevereiro) e, antes da inscrição decido é marcar primeiro o Hotel pois iríamos lá dormir uma noite.
Procura que procura e lá encontramos um que nos satisfazia.
Reservo.
Ok.
Naquela hora estava convencido que já tinha feito a inscrição para a prova.
Vou ao meu ficheiro de corridas a realizar e marco lá a prova.
Mais tarde (no blogue do João Lima), sei que ele também vai a Peniche.
Não lhe digo nada para ser uma surpresa o nosso encontro em terras de Peniche.
Uma semana antes da prova, como sempre faço, vou ao site para verificar se está tudo ok e qual o número dos dorsais.
Número de dorsal?
Nada.
Nada?
Não pode ser.
Caio em mim.
Mas, como é possível?
Não tinha feito a inscrição!
Bom, vamos lá ver se ainda vou a tempo de a fazer.
Ias,.......ias,...... mas, não vais.
Inscrições encerradas com 2800 atletas.
Pronto.
Nada a fazer.
O hotel ainda consegui cancelar.
E agora?
Agora foi encontrar uma prova de substituição.
Onde?

30ª Corrida de S. Pedro
Póvoa de Varzim
10k
10 horas

E pronto, aqui está o relato de um morcão que se esqueceu de fazer a inscrição para uma prova estando convencido que a tinha feito.
Assim, irem à Póvoa, foi a solução encontrada para este morcão, Teresinha e Leninha.
Á última da hora Leninha, por problemas pessoais, não vai.
Então, domingo, lá "aterramos" na Póvoa ás 08H30 e estacionamos o carro no parque mesmo junto á antiga Praça de Touros.
Tempo muito encoberto e, de repente uma carga de água daquelas fortes se abate.
Ficamos no carro esperando que a tormenta passasse.
Passou mesmo.
Lá fomos levantar os dorsais (ainda com uns pingos de chuva).
Já várias vezes tínhamos vindo á Póvoa e sempre apanhamos muito calor.
Desta vez estavam 16 graus, sol nem vê-lo e vento sul (fortezito).
Ok, vamos lá aquecer que bem precisamos mas, como de costume, a foto da praxe,



            1 de julho e, banhistas na praia, ................ nem vê-los! Onde estamos? Na Sibéria?

Estava friinho lá isso estava e, o ventinho soprava forte



                           Teresinha a alongar e o ventinho a fazer-se sentir com intensidade

Ok, vamos lá para a caixa de partida.
Já lá estávamos e Teresinha que tinha vestido uma camisola interior, decide tirá-la.
"Olha, não me apetece levá-la, vou deixá-la aqui no gradeamento", diz-me ela.
"Pois, quando cá chegarmos,........... já era", respondo eu.
A chuva tinha parado e o vento tinha aparecido.
Tiro de partida.
Aí vamos nós.
Vamos mas vamos com muito cuidado pois temos aí uns 300 metros iniciais de paralelo (em frente ao Estádio do Varzim) e, paralelo molhado é para cair.
Marginal sempre ao lado do mar até ao fim da cidade da Póvoa.
Aqui costuma estar sempre muita gente a assistir mas, desta vez, com a chuvinha que tinha caído e o vento a "assoprar", as ruas estavam mais despidas.
Vento de frente para começar.
Retorno, aos 3K já temos água e, siga.
Vamos em ritmo normal sem forçar muito pois, como temos feito distâncias maiores, temos perdido velocidade e não vale a pena dar aos músculos aquilo a que eles últimamente não estão habituados.
5K em 00:27:26 o que é perfeitamente normal.
Estamos a queimar o K7 e já temos os primeiros a cruzarem connosco para terminarem a prova.


          Nós no K7, ainda íamos para lá e, os primeiros para cá a apenas 300 metros da meta😊

Em outros anos ao K7,5 havia sempre carro de bombeiros para nos refrescar e, este ano não foi necessário pois o S. Pedro encarregou-se da rega.
Chegamos ao K9 e ainda penso, "vá lá, acelera"
Não acelerei.
Não me sentia com capacidade para "apertar" com o ritmo, assim, foi sempre soft até ao fim.
Vento a chatear (sempre) e, lá entramos na reta final.


                                       Últimos metros em grande "estilo"  😉

Ok.
Já está
Medalha, maçã e água.
Ah, por simples curiosidade, lembrei-me de ir ver se a camisola da Teresinha ainda lá estava.
Ia convencido que ia só ver o local mas,............ mentira, vi o local e a camisola !
Estava lá, estava.
E, pronto, é a crónica da tal prova que não era para ser.
Não fomos a Peniche porque fui um verdadeiro amigo de Peniche para mim próprio. 😆
Finalmentes,
Terminaram a prova 1050 atletas
- Teresinha, tempo de 00:54:29, lugar 846 da geral e, no seu escalão (F45), lugar 40 em 66
- Mike, tempo de 00:54:29, lugar 847 na geral e, no seu escalão (M60), lugar 43 em 51
- Vencedor masculino: Hélder Santos com 00:29:40
- Vencedora feminina: Emília Pisoeiro com 00:33:56
Como curiosidade indico os nossos tempos nesta prova nos últimos 4 anos (sempre o mesmo percurso):
2015 - 00:51:51
2016 - 00:53:20
2017 - 00:53.13
2018 - 00:54:29
Os números não mentem, não. Estou a perder velocidade. É um facto.
É tudo.
Finito.
Bjs e abraços para tds

MIKE
2018.julho















segunda-feira, 18 de junho de 2018

Corrida de S. João de,................... Gaia :)




A Corrida de S. João sempre foi uma corrida emblemática do Porto.
A organização (Runporto) explica que, com o aumento astronómico de turistas na cidade do Porto nos últimos anos, a Câmara do Porto contactou-os para a prova passar para a margem esquerda do Douro, ou seja, para a cidade de Gaia.
É uma pena, ....... mesmo.
O itinerário no Porto era fabuloso (é onde gostamos mais de treinar) mas, como sói dizer-se, "o que tem que ser, tem muita força".
Pois é.
Domingo, 17 de junho, lá estamos nós os três (Teresinha, Leninha e Mike) a arrancar ás 07H55 para a Afurada.
Fomos cedo pois, como conhecemos bem a zona, sabíamos que só indo cedo arranjaríamos lugar para estacionar o bote perto da marina da Afurada.
E, assim foi, lugar de primeira para quem merece.
O que nos esperava:

- Corrida de S. João
- 15 K
- 10 horas

Já cedinho o calor era imenso.
Demorou mas, chegou.
Chegou e, logo a escaldar.
Enfim, já estava a imaginar o que ia sofrer pois, tenho por pior inimigo o calor.
Descemos 100 metros e já estamos na Marina da Afurada pejada de barcos de recreio.
Ainda cedo, a primeira foto se bateu,


                Aqui estão os três prontos para enfrentar os 15K e, sobretudo, o calor 😆

Lá fomos aquecer (era preciso?) e, já estava a escorrer por todos os lados.
Aguentamos o mais possível numa sombrinha (debaixo de umas árvores) até irmos para a nossa caixa.
Já lá dentro, mais uma foto,


                                                             Uff, que calor;.....

Partida.
Aí vamos nós.


                                                O quadro é bonito, não é? 😁

Arrancamos, devagar, devagarinho que a partida era estreita e, passados aí uns 50 metros estamos a entrar na Avenida principal.
Aí, o primeiro percalço: para fazer esta passagem, devido ao estreitamento da saída (tipo funil), toda a gente a fez a passo!
Não ajuda nada e, a circulação fica muito difícultada.


            Nesta imagem vê-se perfeitamente o afunilamento da passagem para a estrada

Avenida fora e era mesmo difícil correr.
Passados aí uns 200 metros, apanhamos um susto.
É verdade.
Dois cães (granjolas), do meio do nada, aparecem no meio da estrada engalfinhados em luta!
Ouviram-se uns gritos, atletas a saltarem para o passeio, outros até a inverter a marcha, enfim, uns segundos de completa desorganização.
De repente desapareceram, nem sei como.
Esta "cena" nunca me tinha acontecido em nenhuma prova mas, de facto não é nada agradável ter encontros imediatos destes,
Siga,
Fazemos 1 km e já estamos a entrar numa subida bem íngreme.
Uff,.......... isto ainda agora começou e já estou todo a escorrer de suor, a pingar mesmo, já estava a sentir aquele mau estar do calor, tipo estar "derretido".
Calor a apertar e, a subir, é, ........ explosivo.
Bom, já estamos lá em cima, ligeira descida (por trás da Casa Branca), agora descida íngreme e, já estamos na  Avenida Beira Mar, na marginal de Gaia.
Ah, ok, aqui já se pode correr normalmente.
Siga,
Vamos até lá ao fundo e fazemos o retorno aos 3,5 km com um trompetista a nos "dar força".
Ok, já estamos a subir novamente, agora descer e aproveitar para descansar.
Passamos pela meta (aos 7,5 km), Afurada e aí já nos cruzamos com a volta dos primeiros que eram três atletas do Sporting que seguiam em alta velocidade (como de costume, não é?).
Olho para o relógio (era preciso?) e vejo logo que estou a andar a gasóleo.
Siga e vamos lá fazer o que falta.
Já estamos debaixo da Ponte Arrábida (novo abastecimento) e, aqui faço mesmo questão de beber a bebida isotónica para tentar recuperar algumas energias.
O calor apertava cada vez mais.
Bem procurava uma sombrinha mas, áquela hora com o sol a pino, ....... nada.
Sol a pique e eu a pensar que nunca mais chegava ao fim.
Uff,....... a passo de caracol lá ia eu.
Cruzamos com o Américo Martins e nem força tenho para o incentivar 😞
O retorno era no início do cais de Gaia (com 11,5 km de prova) e, já ia de rastos.


                          Uma imagem vale mais que mil palavras. "Morto", ia eu, não ia?

Reparem bem na imagem acima; aquele aglomerado de atletas no lado esquerdo da foto, era para beberem água de uma fonte que lá existe tal era o calor!
Ai, ai, ai, mas isto nunca mais acaba?
Estou completamente "derretido" e, inicio caminhada.
Respiro fundo, uma, duas, três vezes e, uma voz começa a me metralhar: "anda lá corre, deixa-te de mariquices".
Corri.
Novamente.
Metros adiante, parei mais uma vez.
Corri.
Parecia feito de plasticina.
Enfim, a correr mas a 20 á hora.
Ponte Arrábida (novamente), mais um abastecimento e já está quase.
Yes, reta da meta para terminar este suplício,


                      Mike completamente "derretido" e Teresinha "fresquinha" como sempre




                                    Leninha a terminar a sua prova em, ........ sprint 😊



        Silvério aqui a terminar a sua prova apesar de ter treinado pouco ultimamente

Tinha a Berdadeira (com B do norte) consciência que tinha feito um tempo miserável.
Logo, logo, o que me assolou á mente foi, querer já  a próxima prova  o mais rápido possível para "limpar" a imagem.
É verdade, foi a pior prova de 15K que fiz até hoje.
De longe.
Ah, para fechar o ramalhete ainda tenho mais esta: vínhamos nós os três para o carro e, passam por nós dois jovenzinhos atletas que não tinham mais de 30 anos e, diz um deles para nós: "Os meus parabéns. Eu gostava era na vossa idade correr tanto como vocês"
Respondo eu:" Ah, obrigada, obrigada, os velhinhos agradecem".
Lá se foram.
Olho para as meninas e digo: "nem sei se deva estar contente ou triste. É que eles só disseram aquilo porque olharam para mim e não para vocês" 😊
Enfim, eu estava completamente derretido, "lixado" com o tempo que tinha feito e, ainda por cima o jovenzinho acha que eu já tinha idade era para estar sentado numa cadeira a tomar uma cerveja, a ler o jornal e a olhar para a minha grande barriga!
Ai, "um mal nunca vem só", não é?
Chegamos ao carro e leio logo a temperatura: 30 graus !
Bom, finalmentes,
Terminaram a prova 1810 atletas
- Teresinha, tempo de 01:36:03, lugar 1471 na geral e no seu escalão (F60), lugar 3 em 4
- Mike, tempo de 01:36:03, lugar 1472 na geral e, no seu escalão (M60), lugar 75 em 96
- Leninha, tempo de 01:44:37, lugar 1669 e, no seu escalão (F55), lugar 7 em 10
Agora tempos de nossos amigos,
- Flor Madureira, tempo de 01:19:23, lugar 702 na geral
- Américo Martins, tempo de 01:28:44, lugar 1160 na geral
- Silvério Pinto, tempo de 01:19:24, lugar 843 na geral
Os vencedores,
-  masculino: Hélder Santos com 00:47:08
-  feminina: Mónica Silva com 00:53:27
E pronto.
É tudo.
Não, ainda não é tudo.
Só queria dizer que o itinerário da corrida de S. João no Porto é (ou era) incomparavelmente melhor que o de Gaia.
Não gostei nada deste novo traçado.
É pena mas, para já, no Porto só teremos a meia e a maratona (setembro e novembro).
Vá lá que ainda não nos proibiram de lá treinar,...... só faltava essa 😠
E, para terminar mesmo , uma "grande" notícia:
Teresinha com o seu honroso terceiro lugar no seu escalão, recebe o prémio de 30 euros ! 😀
Já realizamos uma reunião familiar e decidimos que vamos deixar de trabalhar para passarmos a viver á custa dos prémios alcançados. Nunca é tarde para dar novo rumo á vida, não é? ✌
Bjs e abraços para todos

MIKE
2018.junho















terça-feira, 29 de maio de 2018

1ª Meia maratona de Esposende: treinar pouco para tão grande distância



Ora, dez dias parados, são dez dias.
E, dez dias parados, sem treinar, é,.......... muito.
Pois é.
Ficamos dez dias "sem mexer uma palha" pois as doenças da época (tosse e constipação) decidiram nos bater á porta.
Depois voltar aos treinos e, só fazer dois antes de uma meia maratona!
Um de dezasseis (calmo, muito calmo) e outro de dez.
Com esta possível preparação (fraquinha), decidimos cumprir a nossa inscrição na prova.
Mas, que prova era essa?

- 1ª Meia maratona de Esposende
- 21,0975 K

Assim, domingo, dia 27 de maio lá levantamos cedo (para variar), ou seja, ás 06:50 da matina.
Pequeno almoço para nos dar aquela "força" e Teresinha, Mike e Leninha arrancam então para a cidade de  Esposende.
Teresinha e Mike para correrem a meia maratona e Leninha preparada para os 10K (as duas provas partiam do mesmo local e á mesma hora).
Chegados, foi estacionar o "bote" e ir levantar os dorsais.
Volta ao carro para descansar um pouco (eu diria antes, acordar um pouco), colocar os dorsais e, aí vamos nós para o aquecimento.
Temperatura de 16 graus mas sem sol o que nos dava uma certa frescura ambiente.


                                    
                                                Preparados para o aquecimento

Já corremos cá em Esposende mas nos 10K onde temos boa recordação pois fizemos tempo abaixo de 50 minutos mais propriamente 00:49:41 em maio de 2015
A meia maratona era a primeira vez nesta terrinha (bonita).
Notou-se logo que a afluência não iria ser como de costume pois, nesse mesmo dia havia uma concorrência de peso: a meia maratona do Douro Vinhateiro que congrega mais de 2500 atletas.
Ok.
Vamos lá calmamente para a caixa de partida.


                            A escassos segundos da partida com esta bela paisagem

Ás 10 horas em ponto, aí vamos nós.


                                            Partida com Mike a ligar o seu relógio

Terreno plano, largo, onde andávamos á vontade.
Iniciamos num ritmo calmo para não "gripar" o motor cedo.
Já saímos da cidade e estamos no meio dos campos.
Retorno, voltamos a passar pelo local da meta, 5 km a bater, olho para o relógio e tenho 00:28:39
Ok.
Tudo bem, respiração normal, tranquilo.
Siga.
Retorno e já estamos novamente no local da meta.
10 km
Agora marca 00:57:32
Ok, tamos dentro do normal.
Aqui os atletas dos 10 K terminavam a prova (Leninha acabava aqui) e os "duros" continuavam.
Confesso que passar pela meta e continuar não é coisa que me agrade.
Diria mesmo, não me agrada nada pois ficamos com aquela sensação que é interminável a prova.
Adiante.
Continuamos em plano, o sol continua encoberto e, lá voltamos nós para o meio do campo.
Aqui a prova é um pouco, como dizer, "sonolenta" e "triste" pois não vemos vivalma a não ser quem nós dá os abastecimentos.
Comecei a pensar em comer a minha barra conforme tinha programado mas, a fome era zero e decidi, desta vez, não o fazer.
Ainda atravessamos a velhinha ponte de Esposende (há anos que não passava por aqui) mas, foi ir e, vir, não entramos em Ofir.

 
                           Aqui estamos nós a atravessar esta linda e centenária ponte

Estávamos aí nos 13 km
Bom, já estamos a queimar os 15 Km
Tempo: 01:26:52
Nada mau, nada mau para o que esperava.
Pois, mas, a partir daqui comecei a sentir as "rotações" do motor a abrandar.
Como sei que não há milagres, ou treinas e consegues ou não treinas e não consegues, "treinei" a minha mente para "deixa-te ir, não te incomodes."
E foi.
Deixei-me ir sabendo que estava a desacelerar mas, o objetivo era terminar.
20 km e já ia a pensar que "isto nunca mais acaba".
Aqui, tempo de 01:57:43
Bom, até nem estava mal de todo mas o km 21 foi o que custou mais; aliás, foi o km com pior tempo, ou seja, estava na curva descendente mas já próximo da meta.
Ao chegar temos uma "tiffosi" especial á nossa espera, a Leninha, para nos dar ânimo para os últimos forçados e esforçados100 metros.
Ok.
Ufffffff.
Feito.
Terminado.
Olho para o relógio: 02:06:12 e distância de 21,26K
Mediante as circunstâncias, até nem foi mau de todo.
Medalha, água, maçã, volta ao carro e ruma a casa.

Finalmentes,
Acabaram a prova 557 atletas
- Teresinha, tempo de 02:06:12, lugar 514 na geral e, no seu escalão (F60), lugar 4 em 4
- Mike, tempo de 02:06:12, lugar 515 na geral e no seu escalão (M60), lugar 25 em 26
- Nos 10 K, Leninha tempo de 01:03:29, lugar 266 em 372 e no seu escalão (F35), lugar 45 em 93

Vencedores da meia maratona:
- Masculino: José Moreira, tempo de 01:07:17
- Feminino: Mónica Silva, tempo de 01:15.28

E pronto.
É tudo.
Hoje foi uma crónica mini 😊
Agora vamos lá treinar o habitual para não fazer "fracas figuras", não é?
Abraços e beijos
MIKE
2018.maio


















sexta-feira, 27 de abril de 2018

35ª meia maratona de Viena. 31 anos depois.........



Sexta feira, 20 de abril
Teresinha e este escriba, Mike de seu nome, depois de voarem desde o Porto (com escala em Frankfurt), acabam de colocar os seus pezinhos em solo austríaco.
É verdade.
Estamos em Viena.
31 anos depois de aqui ter estado (era um jovenzinho), para presenciar uma das mais emocionantes vitórias internacionais do meu Porto, o que me passa pela cabeça é o "filme" das sensações que tive em que, lembro-me bem, chorei como, sói dizer-se, uma autêntica "Madalena" ao ver a Taça dos Clubes Campeões Europeus nas mãos dos dragões.
Enfim, o tempo passa a uma velocidade estonteante.
Bom, bus direto, metro e já estamos a nos instalar no "25 hours hotel at Museums Quartier" mesmo ao lado do Rathaus.
Alojados, lá fomos ainda para uma voltinha á cidade.


Sábado, 21 de abril
Pequeno almoço tomado, ou seja, estômago afagado e lá fomos de metro (linha U2) até á estação de Krieau até á chamada Messe Viena onde iríamos levantar os dorsais.
Saímos da estação e damos logo de caras com a entrada.
Enorme espaço com muito movimento tantos eram os atletas inscritos para a prova.
Deparamos logo com o stand da Adidas que estava muito concorrido e alegre.
Ora, desta vez a Adidas teve uma ideia brilhante: oferecia a todos um copo de fruta triturada mas, eram os visitantes que tinham que "trabalhar" para a poderem degustar.
Ora, como era?
Escolhíamos a fruta (nós fomos para os kivis), eles colocavam-na no recipiente (triturador), esse triturador era colocado numa bicicleta e, pela força exercida nos pedais, o triturador começava a trabalhar.
Oh,..... para que estou eu aqui com toda esta treta se uma imagem vale mais que mil palavras.
Aqui vai:

Teresinha já a dar o seu melhor na arte de pedalar



Claro que não ia ficar atrás e também dei á perna,

                                        Mike a 100 á hora para triturar todos os kivis

Ora aí está.
Uma ideia genial e, pensei logo em trazer a "máquina" para casa.
Teria a sua piada pôr os nossos amigos lá em casa a pedalarem para poderem beber suminho 😋
E, estava delicioso?
Yes.

                                                       Ui,..............  soube mesmo bem 😀


Lá andamos ás voltas a apreciar todos os stands e, por fim, lá fomos levantar os dorsais.

                                  Aqui estamos nós com os nossos dorsais de Viena

"Ok, ali ao fundo levantam as camisolas", indica a funcionária.
Lá fomos levantar as ditas cujas camisolas e, a austríaca entrega-me uma camisola "M" mas de Woman!
"Oh,.... aqui há engano, a minha é de Men", digo eu.
Ela, imperturbável, aponta o indicador para a lista que tem ali á sua frente e mostra-me.
"M" de Woman.
Era o que ali estava.
Insisto (sorridente) que não podia ser, tinha de ser "M" de muito Matcho mas, ela,.......... nada.
Moral da história: ao fazer a inscrição enganei-me e, de facto, errei.
Como Berdadeiro portuga que sou, não podia desistir assim facilmente.
"Chama lá a chefe disto que quero falar com ela", digo eu já a perder a paciência.
Aparece uma ainda pior que ela com aquela cara dura de alemã e eu a ver a minha vida a andar para trás.
Blá,.... blá,... blá...... e, nada.
Ainda lhe digo que era a primeira vez que me chamavam de mulher mas, ela não achou piada (era para ter?) e, lá tive que trazer na sacola uma camisola de mulher.
É para aprenderes a estares mais atento quando fazes a inscrição, diz-me o meu "eu".
Ok.
Volta para o Hotel e, lá vamos nós passear novamente.
Jantar como de costume, massa no Vapiano e deitar cedinho que amanhã é o grande dia.



Domingo, 22 de abril
Então, o que nos esperava?

- 35ª meia maratona de Viena
- 21,097 km
- 9 horas

Alvorada cedo (06H45) para poder tomar banho, fazer aquilo que ninguém pode fazer por nós e tomar o pequeno almoço com tempo para fazer a digestão.
Tudo ok e lá vamos nós para a estação do metro.
Logo á saída do hotel já estavam na rua atletas a se dirigirem para a estação.
A temperatura já estava elevada para a hora e, já "via" que nos tínhamos que debater com o calor.
Carruagem totalmente cheia com atletas e, lá chegamos á estação de Kaisermuhlen.
Ui,........ que multidão!
Teresinha ainda vai á casa de banho (a fila já estava alongada), aquecemos um pouco (não muito) e, lá vamos nós para a nossa caixa.

                                     Na caixa de partida, prontos para enfrentar os 21 km e o calor


Ora, nesta prova tínhamos a maratona, meia maratona e o relay (como eles chamam aqui) que era a maratona por estafetas.
Imaginem só a quantidade de atletas que eram!
A partida era dada em duas faixas enormes com a saída logo a atravessar a ponte Reichsbrucke sobre o Danúbio.
E o calor a apertar.
24 graus já lá estavam nas nossas cabeças!
Em Portugal sabíamos que estava a chover e, nós ali, no centro da Europa, em pelo abril com aquele calor!
Avançam os de atletas de Élite e depois os da faixa esquerda (nós estávamos na direita).
Ora, assim sendo, iríamos ficar bem para trás no início.
Lá vamos nós.
Já estamos em cima da ponte (com umas vistas lindíssimas) mas, o "trânsito" era imenso.
Pelotão mesmo compacto.

                             Inicio da prova a passarmos a ponte Reichsbrucke

km 1 já feito logo á saída da ponte, km 2, rotunda e virar á esquerda.
Uff!
Mas isto vai ser sempre assim?, perguntava eu.
Sim, nunca estive num pelotão tão compacto como este.
Ultrapassar era difícil, ou antes, dificílimo e, já estava a ver o filme: isto vai ser no arranca e pára.
Como tínhamos atletas da maratona, meia e relay, estávamos a apanhar muitos lentos que eram da maratona.
Já estava a "bufar" pois me estava a "desgastar" com a preocupação de não tocar em ninguém e que ninguém me tocasse.
Siga.
Aos 5 km já temos o primeiro abastecimento.
Oh!,...... o que é aquilo?
Aquilo era um magote de atletas parados na estrada a ocuparem-na toda.
Como é possível?
Pois eles tinham aí umas quatro ou cinco mesas com copos de água para o abastecimento.
Ora, como éramos tantos e tantos, a rua "entupiu"!
Para ter água, foi uma luta de "cotovelos" para lá chegar.
Agora imaginem a Teresinha com aquele físico a lutar com aqueles grandalhões!
Enfim, ritmo quebrado, água mal bebida e, agora a pisar milhares de copos no chão (não, não estou a exagerar, não) e,.................. siga.
Mas, como é possível uma prova desta envergadura ter um abastecimento assim?
Minha nossa.
Siga.
Siga mas com um calor super abafado já a me chatear.
Difícil fazer corrida em ritmo constante pois tínhamos muito para ultrapassar e, como se isto não chegasse, a corrida era feita "ás curvas".
Já só pensava, "o próximo abastecimento também vai ser assim?"
E foi.
Nos 10 km a mesma "luta".
A mesma "luta" mas ainda  com um pormenor "delicioso": os copos com água tinham sumido e agora tínhamos era uma bacia enorme com água e copos vazios!
Paramos mesmo, "luta" de cotovelos para chegar á mesa e, aí, encher os copos com água e partir.
Uffff,......... mais cansado aqui que a dar ás pernas!
Bebi dois copos em frente á mesa, voltei a enchê-los e prossegui.
Estupefacto fiquei foi com a Teresinha ao vê-la já ao meu lado com um copo na mão!
Afinal, ela "luta" como uma padeira de Aljubarrota"
Siga.

                                             Teresinha em grande ritmo

Olho para o relógio e,....... ok,...... vamos normal par o calor e trânsito que está (10 km em mais ou menos 59 minutos).
Lá continuamos e já estamos a passar perto do Palácio de Schonbrunn e o calor a "apertar" cada vez mais.
Já sinto bem que o ar abafado me está a causar estragos.
Ai, ..... está,.... está.
Sinto que estamos a diminuir o ritmo mas, deixa-te ir na "enxurrada" e logo se vê.
Já estou a ver uma ambulância a entrar na nossa "pista" em sentido contrário, em altos berros, para socorrer uma atleta que estava deitada no chão.
Mais uns passos e mais um no chão a pedir assistência.
Olha,.......... mais outro!
O calor estava a fazer das suas, estava.
Km 15 e novo abastecimento.
Nova paragem e  nova "luta"!
Surreal isto.
Acabava de beber e tinha logo os lábios secos.
Transpirava por todos os lados, ou antes, pingava.
Bom, já falta pouco.
Olho para o relógio e já estamos no km 19 e o ritmo a diminuir.
Uma pequena descida e, no meio da estrada temos a seguinte indicação em grande placard com setas: esquerda a meia maratona, em frente a maratona.
Ok.
Andamos aí uns 100 metros e temos, no centro da estrada, um palanque com dois indivíduos lá em cima, cada um deles com uma luva grande e preta na mão a indicar: meia maratona em frente e maratona para a esquerda!
Tou maluco?
Então temos indicações contrárias?
Moral da história: nós, eramos em frente e estávamos na esquerda. Os outros eram para virar á esquerda e estavam na direita.
Tão a ver o "filme", não estão?
Naquele ponto nós a nos cruzarmos!
Oh pá,................. isto não me está a contecer.
Não acredito.
Pois é, mas foi mesmo verdade.
Enfim, depois do "descruzar", aí sim, aí já corríamos á vontade.
O problema é que faltavam 1.5 km para o final.
Bom, vamos lá acelerar para a meta.
Foi no que fizemos.
Ainda passamos uns quantos mas, já sabia que o tempo final ia ser "mauzinho"


                                               Últimos metros antes da meta

Uff,.... já tá.
Tá feito.

                                     Logo após cortar a meta ainda ofegantes com o sprint final

Fila indiana para receber água, medalha e um saco com uma banana.
Abro a garrafa de água (até que enfim que é em garrafa!), bebo um gole de sofreguidão e,..........  oh pá , esta água é com gás!
Que mal fiz eu?
Agora água com gás que não gosto?
Lá á frente distribuíam cerveja a rodos.
Ao lado, "n" mesas corridas ao sol com os respetivos bancos de madeira e era vê-los ali todos sentados a beberem cerveja alegremente😊
Como beber cerveja não é a minha praia, lá seguimos.
Mais uma foto agora com as medalhas,

                                   Não sei se estou a trincar a medalha de gozo ou de "raiva"

Lá caminhamos pelo meio daquela multidão até ao nosso Hotel que distava 400 metros da meta.
Enfim, uma prova grandiosa passando pelo meio de uma cidade não menos grandiosa mas com um abastecimento surreal.
Olho para o relógio e confirmo o tempo "pobrezinho": 02:09:44
Só foram mais 5 minutos que quinze dias antes em Berlim mas, atendendo ás peripécias da prova e ao calor (terminamos com 26 graus), digamos que até foi normal.

Finalmentes,
- Terminaram a prova 12776 atletas.
- Teresinha, tempo de 02:09:44, lugar 6421 da geral  e nos eu escalão (W60), lugar 8 em 40
- Mike, tempo de 02:09:40, lugar 6422 da geral e, no seu escalão (M60), lugar 127 em 303

Vencedores:
- Masculino: Adam Konleczny com 01:11.15
- Feminino: Michela Ciprietti com 01:22:52

Curiosidades:
- Concluiram a prova 20 portugueses
- Teresinha ficou no lugar 10 e Mike no lugar 11 no total
- Concluiram a prova 6 portuguesas, Teresinha no lugar 3
- Concluiram a prova 14 portugas, Mike no lugar 8

- Na maratona concluíram 5252 atletas
- No Relay concluíram 1251x4 atletas , o que dá 5004
- Total de atletas em prova: 23032

Bom, depois achamos que merecíamos jantar o famoso Wienner Schnitzel, prato típico da Austria, que não é mais do que um panado austríaco!
Aqui vai,


                                    Ir tão longe para comer um panado!  Só nós 😋

E pronto.
Mais uma meia feita com suor, muito suor mesmo.
Abraços e bjs
MIKE
2018.abril