segunda-feira, 18 de março de 2019

16ª Corrida Dia do Pai - de trás para a frente



Há provas em que não podemos deixar de marcar presença, não é?
Esta, era uma delas.
Sim, qual?

- 16ª Corrida Dia do Pai
- 10K
- domingo, 17 de março
- 10H30

Então, desta vez o nosso bote arranca ás 08H50 com Teresinha, Leninha e Mike.
Pedrinho marca presença por outras andanças ( o trail "fala" mais alto) e Diogo impedido medicamente de estar lá.
Contrariando as previsões atmosféricas dadas ao longo da semana para domingo, eis que a chuva resolve aparecer.
Pois, há que levar os sacos de lixo (de 50 litros) que nos vão dar muito jeito antes da prova.
Lá estacionamos no local do costume (ali na Vilarinha na Rua do Colégio CLIP) e, como curiosidade futebolística, é a rua onde mora o Maxi Pereira e, continuava a chover bem.
Ficamos um pouco no carro a "fazer horas", enfiamos os tais famigerados sacos de lixo pela cabeça abaixo e lá fomos em passo de corrida (lento) para o Queimódromo.
Estava friinho, lá isso estava e cruzamos com as biclas que tinham acabado de terminar a sua "passeata".
Pois é, desta vez também houve (ás 09H00) um passeio de bicicletas pelo mesmo itinerário da nossa corrida.
Com este tempo de chuva é difícil encontrar os nossos amigos/corredores pois, a maioria tenta abrigar-se e, só aquece nos últimos momentos antes de ir para a caixa de partida.
Também nos abrigamos num guarda sol (sol? onde está ele?) e, deparamos logo aí com as gémeas.
Ainda não percebi quem é quem (Zélia e Rosa ou Rosa e Zélia 😀, só olhando para os dorsais sem quem é), "dois dedos" de conversa e, antes de irmos aquecer, uma foto,


        Mike, Teresinha, Leninha, Rosa e Zélia (ou vice versa) e, ... um polícia (é mesmo verdade)

Bom, lá fomos aquecer e, só vejo "de raspão" o Silvério que, ao me ver, atira: " aqui não é como na Holanda, aqui há corrida".
Pois é, lembrou-me logo aquela desilusão que foi viajar tanto para ,...... nada de corrida mas, como diz o outro, "tudo passa, até a uva 😁" (eu agora aqui armado em engraçadinho!).
Adiante.
Já estamos na nossa caixa de partida, aguentamos os nossos sacos de lixo até á última e, antes do som de pistola, mais uma foto,


Aqui os 3 Happyrun prontos para mais uma suadela


Ah, mas afinal que itinerário nos espera desta vez?


                          Ora aqui estão os 10K que nos esperavam nesta manhã chuvosa


Como a chuva continuava, decidimos enrolar os sacos de lixo e levá-los connosco para no fim nos servirem outra vez.
Tiro de partida e lá vamos nós.



                           Lá vamos nós a iniciar este corridinha todos bem dispostos

O primeiro KM a passo de tartaruga pois, como desta vez partimos muito de trás, o trânsito era imenso e não dava para passar ninguém.
Ok, já estamos no K1,5 e aqui já temos um espacito para poder ultrapassar.
Entretanto o S. Pedro olha para baixo e vê todos aqueles maluquinhos a correr, tem um rebate de consciência e decide fechar um pouco a torneira.
Ok, já estamos na Anémona (K3,5), virar direita para Matosinhos.
Ia bem, quase sem esforço, o tempo fresco ajudava mesmo.
No fim da Av. Serpa Pinto, K5, olho para o relógio e vejo: 00:27:26
Ok, tudo normal, se puder, no fim, aumento um bocadinho a ver o que dá.
Abastecimento, retorno depois da ponte móvel e, ao K8 estamos na marginal de Matosinhos na Avenida General Norton de Matos.
Aqui um vento bem forte pela frente.
Eh pá e, eu que ia a pensar "esticar" agora!
Pronto, nada feito, temos parede pela frente é o que é.
Há que aguentar (foi 1K assim), retorno antes do Castelo do Queijo, a subidinha do costume para o Queimódromo, um sprintezinho e,.......... já está.
Foi uma prova em que a fizemos de trás para a frente pois, como partimos muito atrás, realmente ultrapassamos muitos atletas durante a prova, especialmente nos últimos 3K (só na subida para o Queimódromo é que fui passado).



                                       
                                         O sprint final de Mike e Teresinha


Termino e, a sensação que tenho é: "Já acabou? Oh, foi tudo num instante".
É engraçado ter esta sensação agora.
Quando começamos a correr, uma prova de 10K era uma eternidade; agora, é uma distância curta! 😋
Estou agora com esta "conversa" toda e, vamos lá ver se vamos fazer a Maratona do Porto em novembro.
Temos treinado no mínimo 15K até agora, inscrição em várias meias, para em novembro estarmos "au point" para a grande aventura que é uma maratona.
Tivemos pena mas, como disse atrás, não vimos a maioria dos nossos amigos, até parecia uma prova
na estranja em que não conhecemos ninguém.
E, pior ainda, não estiveram presentes o Serafim Ramos, Tiago Martins, Lénio Marinho,.... então meninos, que é isso?
Medalha, água, maçã, toca a vestir o nosso saco do lixo novamente, esperar pela Leninha, ok, já chegou, umas trincadelas na maçã e, lá vamos nós Circunvalação acima até á Vilarinha para que o nosso bote nos leve a casa.

Finalmentes,
- terminaram a prova 2533 atletas
- Teresinha, tempo de 00:55:14, lugar 1631 na geral e, no seu escalão (F60), lugar 5 em 14
- Mike, tempo de 00:55:14, lugar 1632 na geral e, no seu escalão (M60), lugar 98 em 148
- Leninha, tempo de 01:03:04, lugar 2203 na geral e, no seu escalão (F55), lugar 10 em 19

Os nossos amigos,
- Silvério, tempo de 00:45:28, lugar 462 na geral e, no seu escalão (M50), lugar 63 em 237
- Rosa Ferreira, tempo de 00:48.24, lugar 741 da geral e no seu escalão (F50), lugar 8 em 49
- Zélia Ferreira, tempo de 00:45:12, lugar 437 da geral e, no seu escalão (F50), lugar 4 em 49
- Zé Esperança, tempo de 01:12:08, lugar 2442 da geral e, no seu escalão ( M60), lugar 144 em 148
- Pedro Esperança, tempo de 00:54:31, lugar 1467 da geral e, no seu escalão (M40), lugar 263 em 383
- Helena Esperança, tempo de 01:12:48, lugar 2453 da geral e, no seu escalão (F45), lugar 58 em 63
- Américo Martins, tempo de 00:51:27, lugar 1135 da geral e, no seu escalão (M45), lugar 166 em 301

Vencedores,
- 1º lugar para António Rocha com 00:31:17
- 1º lugar feminino para Daniela Cunha com 00:35:10

E pronto.
É tudo.
Agora espera-nos mais uma meia maratona na estranja e, vamos fazer figas (muitas) para que a malapata não volte.
Até lá, como dizia o Raul Solnado (quem se lembra?), sejam felizes.

Abraços e bjs para todos
MIKE
2019.março






quinta-feira, 14 de março de 2019

45ª NN Halve Marathon Den Haag - a malapata continua



Sexta, 8 de março

Ás 12H10, Teresinha e Mike já estavam sentadinhos nos seus lugares no avião da Tap, preparadíssimos para levantarem voo rumo a Amesterdam.
Chegados, foi só rumarem para a estação de comboios para mais uma viagem rumo a Den Haag.
Den Haag?
Sim, em português estamos a falar de Haia na Holanda.
Ora, vamos lá nos situar, ok?


                                   Ora aqui temos Den Haag no sul da Holanda

Chegados á estação, foi só andar 600 metros e já estávamos no nosso Hotel.
Realmente foram "só" 600 metros, lá isso foram mas, o frio era imenso!
Uff, até parecia que tinhamos entrado numa câmara frigorífica tal era a sensação de gelo no corpo todo.
Bom, lá chegados, damos logo de caras com um carro, estacionado á porta, da organização da prova.


                                 Cá está o carro da organização da prova

Será que estamos novamente no Hotel dos atletas contratados pela organização?
E, uma viagem destas para que prova?
Pois, o que nos esperava era,

- NN Halve Marathon Den Haag
- 10 março, 14H30



Sábado, 9 de março

Depois do pequeno almoço, a atividade seguinte era ir levantar os dorsais.
Apesar de um sol meio envergonhado, tivemos que nos agasalhar até ao tutano e, lá fomos nós para o parque Malieveld.
Lá chegados, logo nos chamou a atenção os urinóis que usavam,

                 Com o frio que estava, estes urinóis dão mesmo muito jeito, não dão? 😟

Mas, há mais,


                                   Piada tem o nome desta empresa, será "I love Xixi?"😀

Estavam já com a estrutura toda montada neste grande parque mas, para nosso espanto, apenas tinham uma tenda para entrega dos dorsais!
Nada de venda de artigos, promoções de outras provas e tutti quanti faz parte destes eventos.
Achamos estranho, lá isso achamos pois, foi a primeira vez que tal aconteceu nestas provas mas, enfim, estamos na Holanda, não é?
Ah, e mais: apenas nos deram num envelope os dorsais, quatro alfinetes e uma publicidade!
Saímos e, cá fora tinham um painel para tirar umas fotos.
Aqui vai,


                                   Já o frio e o vento nos atormentavam para a foto  

Voltamos ao hotel com o vento cada vez mais com mais força e, o nosso "desporto" passou a ser consultar a previsão do tempo no telemóvel para domingo.
Saímos e, agora temos chuva e vento!
Mau, mau que isto está a piorar.
Ah, como curiosidade, digo que estive para ser atropelado por um ciclista (que tangente ele me fez!) pois, nesta cidade, é só biclas a circular e, elas têm zonas maiores de circulação que os peões e, aparecem por todo o lado e, ......... de gás!
Aqui o trânsito é mesmo de biclas que aparecem do nada 😏
No hotel já "topamos" os kenianos, eles e elas, "fininhos" como habitual (até parece que não comem!) e, o tempo a piorar.
E, estamos a descer de elevador do oitavo andar para o rés do chão e, ele pára no terceiro andar.
A porta abre e, dou de caras com um keniano com um dorsal na mão.
Olho para o dorsal e vejo, "Kiptum"
Kiptum?
Ah, já sei, será o que venceu em Valência, quando lá estivemos e bateu o record do mundo da meia maratona com 0:58:18?
Dirigo-me logo a ele e, "atiro":
 Kiptum? Oh, tens o record do mundo da meia maratona e estás aqui?
- eu sou Kiptum mas não sou o Mike, sou o Kelvin.
Correção: não é Mike, é Abraham (João Lima não deixa passar nada e logo me alertou para esta "gafe") 😁
- Ah, então vais fazer amanhã aí 1h e 5 minutos, digo eu.
Ele olha para mim muito sério e diz: não, não, eu faço menos de 1 hora
- Ok, és uma "star", digo eu, tu terminas, vais ao pódium, vais para o hotel, tomas banho e estás a comer qualquer coisa e nós ainda estamos a terminar.
Aqui, o homem riu-se.
Ok, vamos lá tirar uma foto,


                    Os portugas aqui com o KIPTUM mas, o KELVIN (a selfie muda o nome)

No elevador estava colado um papel de informação para as estrelas.
Ficamos admirados de não terem lá os nossos nomes e, ainda os propus acrescentar á mão mas, a Teresinha, mais comedida como é, afastou-me desta "brilhante" ideia 😊
Ora aqui vai o que lá estava,


                                              Então, nós não somos estrelas?


Bom, haja esperança que amanhã o tempo melhore mas, no meu telemóvel continua a dar agravamento.
A ver vamos.
Os dorsais aqui estão,


                                         Desta vez os dorsais eram holandeses


E, para memória futura, as camisolas também,





Na Holanda, só podia ser cor de laranja, não é?




Apesar da prova ser ás 14H30 (outra novidade!), deitamos cedo para não alterar o hábito.





domingo, 10 de março

Acordo ás 09H00 e ouço logo a chuva a bater forte na janela.
Pego no telemóvel e, tinha lá um mail da organização.
Ainda meio ensonado, arregalo os olhos e passo a ler,


                                         O mail "maldito" que nos estragou o domingo

Teresinha, tás deitada, não tás? digo eu
Então aqui vai: continua deitada porque não temos corrida. 😒
Uff ,............, é preciso ter mesmo malapata!
Este ano de 2019, duas saídas á estranja e,........... nada.
Em janeiro na meia de Sevilha adoecemos, não treinamos nos 15 dias antes da prova, ainda calçamos as sapatilhas e fizemos 11K de 21K
Agora, aqui em Den Haag, nem 1 metro para amostra!😒
Não acredito em bruxas mas, como dizem os espanhóis, "que las hai, hai"
Lá passei mais de uma hora, sentadinho na cama, a mandar mensagens com os meus amigos para "lamber" as feridas.
Quando descemos ao hall do hotel, lá estavam as "trutas" todas sentadas nos sofás com ar desolado.
O temporal lá fora fazia-se sentir mesmo. A chuva caía e o vento "assobiava".
Bom, vamos lá decidir o que vamos fazer hoje.
Então decidimos ir ao Louwnman Museum.
É o maior museu privado de automóveis da Europa (é o que dizem) e, como o temporal era muito, lá fomos de Uber para chegarmos lá vivos.


                                        Uma tarde de domingo que não estava prevista


O museu é enorme, num edifício muito bonito no meio de um jardim e andamos lá aí durante 2 horas.


                             Não era a foto que queria postar mas, há falta de melhor .....


Uber para lá e, agora Uber para cá.
E, o temporal continua.
Saímos só para jantar e, andava tudo pelo ar,
Então as biclas estacionadas estavam todas no chão.


                                                A força do vento a fazer-se sentir

E pronto.
Vamos lá esquecer isto porque ainda temos um dia em Amesterdam




segunda, 11 de março e terça, 12 de março

Viagem de comboio para Amesterdam (chegamos lá ao meio dia).
Tarde a passear (o frio continuava de rachar) e, para recuperar entravamos nas lojas para aquecer.
Na terça, ás 17H, viagem de volta para a nossa terrinha.


Finalmentes,
Ah, como eu gostaria de postar aqui os finalmentes mas, desta vez, nada há.
Por curiosidade, apenas informo que em 2018 esta meia maratona teve 9490 participantes

Haja paciência, não é?
Bom, uma coisa é certa: não desistimos, lá isso não
Prontos para a próxima que é entre portas aqui no Porto/Matosinhos

Bjs e abraços para todos,
MIKE
2019.março









quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

24ª Medio Maratón Sevilha - a meia de meia



Confesso que hesitei bastante se iria, ou não, escrever esta crónica.
É isso.
Ora, fazer uma crónica sobre, vá lá, sobre um "insucesso", não afaga o nossos ego, não é?
Mas, como todas as moedas têm duas faces, vamos lá a esta "empreitada" de escrever uma crónica sobre o que não foi um dia de "glória desportiva".
Adiante.
Ora bem, uma forte gripe, febre e tosse (muita) começou por afetar a Teresinha.
Por osmose (seria?) também levei com este pacote e, isso traduziu-se em 15 (quinze!) dias sem treinar e, isto antes de uma prova de 21K
Tínhamos avião, hotel e inscrição na prova já tudo pago em Sevilha.
Então, vamos, ou não vamos?
Malas feitas, aí vamos nós para Sevilha mas, com um "contrato" antecipado: vamos devagar, devagarinho, tipo ritmo de maratona a ver o que dá, nada de forçar e vamos lá a ver até onde conseguimos ir.
Bom, viajamos tranquilamente sexta para a Andaluzia.
Sábado, ao fim da manhã, estávamos a descer no elevador no hotel e, apanhamos um susto: ao sair, uma multidão dentro do hotel com polícia a fazer alas.
Estes espanholitos querem autógrafos nossos?
Segundos depois estava explicado o burburinho.
Acabavam de sair do elevador os jogadores de futebol do Sevilha que iriam jogar com o Levante.
Como o estádio era mesmo ali (300 metros do Mélia Lebreros Hotel), fomos até lá.


                No estádio Ramon Sanchez Pizjuán onde já lá tínhamos visto um jogo em 2011

Ora, por curiosidade fomos saber os preços dos bilhetes: 30 euros/cada o mais barato.
Um candongueiro pede-nos 90 euros/cada ao que eu respondo: "tás maluco, 90 euros para ver o Levante?"
Bom, decidimos então ir levantar os dorsais ao Centro Deportivo San Pablo.
Ah, só por curiosidade, o resultado ficou em Sevilha-5 Levante-0
Esta feira era fraquinha mas, como já estivemos em tantas, agora é difícil ficar impressionado com alguma coisa.


                                                A foto da praxe com os dorsais

Tarde a passar pelas calles (estava sol, aquele sol de inverno que aquece a alma), jantar e descansar que amanhã temos uma empreitada pela frente.
Alvorada ás 06H30, comer o habitual, equipar e sair.
Saída ás 07H45 e, cá fora, além de ainda ser noite, o frio era de rachar.
Estavam 9 graus mas com um ventinho de gelar.
Metro e saímos em Puerta de Jerez.
Andamos aí uns 15 minutos (corremos para aquecer) até ao Paseo de Las Delícias onde era a partida.
Ora, o que nos esperava:
- 24ª Media Maratón de Sevilha
- 09H00
- 27.janeiro.2019
Fomos ao guarda roupa deixar o nosso saco e, vamos lá aquecer.


                      Aqui estamos nós sem sabermos onde nos levariam as nossas forças

É uma sensação muito estranha estar ali concentrado na caixa e não ter confiança nas nossas forças.
O itinerário era este,


                                          O itinerário desta meia maratona de Sevilha

Primeiro percorríamos o itinerário vermelho e depois o azul.
Bom, lá terá que ser, não é?
Tiro de partida e lá vamos nós.
Início em Avenida larga que dá muito jeito para não haver confusão.


                          Partida dada e já estamos em andamento

Como tínhamos combinado, íamos em ritmo confortável.
K1, 2, 3, 4 e já estamos a passar a Puente de La Barqueta sobre o rio Gualdalquivir.
Confesso que ia mesmo admirado comigo pois estava tranquilo e não sentia o esforço.
É verdade que o ritmo era lento mas, nada me doía, ia mesmo bem.
5k passados com 30:55 (soft, soft) e, siga.
Sinto baterem-me nas costas e, uma jovenzinha pergunta: " O que fazem aqui dois portugueses?"
"Divertem-se", digo eu.
Mais á frente, agora um casal corredor. "Então também vieram a Sevilha?"
É isto mesmo, somos os desconhecidos-conhecidos que nos dá a corrida, não é?
Bom, lá íamos nós tranquilamente, cada vez achava mais estranho nada me doer e não estar cansado.
K10 em 01:00:50
Claro que este tempo era muito lento, era tipo ritmo de maratona mas, até aqui, tudo bem.
Nova ponte e, no fim desta, Teresinha diz-me." não consigo mais, está a dar-me a tosse e só dá para  mais 2 ou 3K"
Ok, assim sendo é melhor ficar já por aqui pois estamos em cima da meta (fizemos precisamente 10,6K).
Diga-se a verdade que, por mim, seguia.
Sentia-me mesmo bem e, acima de tudo, com confiança em terminar.
Deixamos o pelotão (e naquele local estava tanta gente a ver 😒), voltamos um pouco para trás e, como tínhamos que ir levantar a roupa no guarda-roupa, teríamos que passar pela meta.
Bom, encostamos ao gradeamento e, a andar, fizemos os últimos 300 metros na reta da meta.
É uma sensação muito má estar ali no meio daquela multidão a cortar a meta ,........... a andar😌
Reparo que o relógio de meta marca 01:19:20.
Estranho, estranhíssimo também é estar na caixa após terminar a prova e ter tão poucos atletas.
Pois é, o grande grosso da coluna ainda estava a correr, ainda tinham uns K para percorrer.
Bom, agora o habitual, resguardo plástico para o corpo, bebida isotónica, fruta, levantar roupa, mudar e, "desaparecer".
Quando cheguei ao Hotel salta-me ao pensamento que tenho que voltar aqui para fazer a prova como deve ser. Aliás, é uma prova sempre plana, penso mesmo que, até hoje, foi a mais plana que encontrei.
E pronto, nada mais de relevante de uma prova que não foi, ou antes, foi meia de meia maratona.
Foi a primeira vez que tal nos aconteceu mas, provar o fel só nos lembra que o mel é muito mais saboroso do que aquilo que parece.

Finalmentes,
- Vencedor: El Hassan Oubaddi com 01:03.14
- Melhor atleta feminina: Ruth Karanja com 01:10:39
Terminaram a prova 7894 atletas.

Agora há que treinar pois a próxima também é uma meia maratona (aproximadamente daqui a um mês) e, também na "estranja"
Bjs e abraços para todos

MIKE
2019.janeiro













quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

25ª S. Silvestre do Porto - os incríveis, somos NÓS



O panorama estava um pouco, como dizer, negro.
É isso mesmo, diria até, negríssimo.
Desde a última prova a 8 de dezembro (Volta a Paranhos), devido ao "ranger de dentes" do meu aquiles esquerdo, só fiz três míseros treinos de 10K cada.
Como se isso não fosse bastante, quinta feira antes desta prova sou atacado por gripe 😓
Antibióticos "para dentro" e, sábado já estava muito melhor.
Uff!!
Já chega.
Já chega de impedimentos, não é?
Bom, como dizia o meu grande amigo Makako, "vamos falar antes de coisas contentes".
Então, apesar de passar a vida em tratamento, sabia que estava fraquinho, fraquinho fisicamente mas, não podia deixar de estar presente na mítica prova da nossa cidade,

- 25ª S. Silvestre do Porto
- 18 horas
- domingo, 30 de dezembro.2018
- 10K

Este ano, pela primeira vez, deram-nos uns coletes bem jeitosinhos,



                           Os tais ditos coletes que fazem muito jeito para correr á noite

Como é habitual, partimos de nossa casa ás 15:59 (este pormenor dos minutos é a nossa marca habitual), com a traineira composta por mim (Mike), Teresinha, Leninha e Pedrinho.
Depressa chegamos ao Porto pois, ao domingo, o trânsito é escasso.
Estamos a descer a Rua de Camões e, "milagrosamente", está um carro estacionado mas com o dono em posição de saída.
Oh, estamos mesmo com sorte 😁
Fica aqui mesmo.
Ah, somente por curiosidade, o dono do dito cujo carro era , nem mais nem menos, que o meu amigo Franklim, antigo guarda redes e depois treinador de Hóquei do F.C.Porto (joguei com ele no Infante
de Sagres).
Com a barcarola já atracada, iniciamos os preparativos: colocar dorsal, telemóvel num bolso e, no outro gel e mel.
Levamos sacos com roupa de muda e rumamos ao guarda roupa (era no edifício dos CTT mesmo em frente á Câmara do Porto).
Logo encontramos o Tiago Martins que simpaticamente nos ofereceu o seu escritório para deixar lá as roupas mas, optamos pelo guarda roupa da prova por ser logo, logo, no fim da prova.
Entregamos então as roupas e, logo aí encontramos as gémeas que conhecemos numa prova na Costa Nova em 2015 pois foram ao pódium com a Teresinha
Estas meninas não correm, voam baixinho🙌



                    Com as gémeas (ou serão fotocópias? 😁), Zélia e Rosa Ferreira

Dois dedos de conversa e, lá fomos para a Avenida dos Aliados.
Já estamos a encontrar mais pessoal conhecido mas, com o Serafim tiramos foto,


                                          Aqui com o clã Serafim, mãe, pai e filho

De facto estava frio (aí uns 15 graus) mas, a sensação térmica não era de muito frio, ou seja, condições ideais para correr.
Bom, fomos aquecer para a Rua de Ceuta no início do túnel.
Aí, havia um grande cartaz muito sugestivo.
Aqui vai,


                          Não, não és tu que és incrível, SOMOS NÓS 😋

Já quentinhos (o meu aquiles, para já, estava silencioso) fomos para a nossa caixa.
Como é habitual nesta prova, não havia um centímetro quadrado que não estivesse ocupado tantos eram os atletas e a multidão a assistir.
O que nos esperava?



                                      Aqui está  o itinerário habitual desta prova


Grande algazarra entre todos com o speaker a liderar os cânticos.
Antes de partir mais umas fotos para a posteridade,


                                                 Aqui com a companhia do Tiago Martins


As 18 horas aproximam-se.
Uma vista geral desta multidão,


                                                 Impressionante a multidão !

Ouvimos o som de partida.
Vamos lá.
Tudo muito apertado, só andar até mesmo á linha de partida, só aí conseguimos começar a dar corda ás sapatilhas.
Estação de S. Bento (muita, muita gente mesmo a assistir) e, vamos lá subir até ao Marquês.
É durinho, lá isso é, são 3K sempre a subir e com um trânsito muito congestionado.
Pedrinho teimou que iria fazer a prova connosco (lá está este homem a passear em vez de correr) e, pronto, lá íamos tranquilos.
Cheguei ao Marquês e o aquiles, ...... nada de nada.
"Ok, vamos fazer um acordo, tu não te queixas e eu não puxo muito por ti. Combinado?"
A verdade é que ele não me respondeu mas, também não disse que não.
Siga.
Rua da Constituição (plano), o Pedrinho á nossa frente e a virar-se para trás para nos tirar fotos (foi pena mas ficaram todas tremidas), tudo controlado.
Rua de Camões (a descer) e, mesmo em baixo de forma não quis arriscar e não forcei muito o andamento.
Praça de República (abastecimento de água), descer Rua da Boavista, tudo nas calmas.
Em frente ao Hospital Militar a Teresinha vê o nosso amigo Chico de Gaia, grita-lhe mas, com a quantidade de "maluquinhos" a correr, ele não nos viu.
Rotunda da Boavista (ou será Rotista da Boabunda ? 😏), volta, Liceu D. Manuel II (passei lá 7 anos da minha vida de estudante), Hospital Mara Pia e já estamos a entrar no túnel de Ceuta (ao K9).
Já estava com poucas forças mas, a meta estava próxima e era só mais um bocadinho.
A meio do túnel sinto um braço no meu pescoço; era o Américo Martins que nos tinha apanhado e passa a nos cumprimentar a todos,


   Amério a nos cumprimentar em pleno andamento (Pedrinho ocupou a tela e "tirou-me da foto)

Uff, ainda falta mais aquela subida íngreme do fim do túnel de Ceuta e eu já estou de rastos.
Não sei se houve transmissão de pensamentos (se calhar até houve) e, de imediato o Pedrinho enfia o seu braço no meu e diz: "Vou-te levar até lá acima"
E esta hein !
Parecia que ia a descer tal era a leveza da passada.
A verdade é que cheguei lá acima sem dificuldade e, ia a pensar, "ao que eu cheguei, ...... rebocado pelo Pedrinho"😆
Bom, já estamos a entrar na Avenida dos Aliados e já falta pouco,


                                     Pedrinho a olhar para trás para não nos perder 😋

Volta lá em baixo e, temos a última subida para a meta.
Tenho consciência que, desta vez, fiz bem pior tempo que nos anos anteriores mas, estava satisfeito por a ter terminado.


                A escassos metros da meta, Mike em esforço e Teresinha, como sempre, soft  😍

Já tá.
Medalha, água e vamos lá trocar de roupa.
Tinha arrefecido mesmo muito e soube muito bem mudar de roupa na garagem dos CTT.
Leninha chega logo, logo e, já estamos prontos para voltar para casa.
Aí mesmo, tomamos uma decisão: para o ano, na S. Silvestre do Porto vamos fazer a prova todos juntos.
Não interessa o tempo, fazemos o tempo do(a) mais lento(a) mas, terminamos todos juntos.
Esta prova é mítica mas, não é para fazer tempo; não se pode correr livremente pois os atletas são imensos e as ruas estreitas. Aliás, uma das preocupações é correr 100 % atento para não cair, daí a decisão de terminarmos todos juntos no próximo ano.

Finalmentes,
Terminaram a prova 8550 atletas
- Teresinha, tempo de 01:01:17, lugar 3986 na geral e no seu escalão (F60), lugar 4 em 28
- Mike, tempo de 01:01:17, lugar 3991 na geral e, no seu escalão (M60), lugar 137 em 269
- Pedrinho, tempo de 01:01.16, lugar 3984 na geral e, no seu escalão (M40), lugar 722 em 1275
- Leninha, tempo de 01:07:05, lugar 5471 da geral e, no seu escalão (F55), lugar 15 em 54

Agora, os nossos amigos,
- Tiago Martins, tempo de 00:52:08, lugar 1937 na geral e, no seu escalão (M50), lugar 179 em 570
- Serafim Ramos, tempo de 00:46:44, lugar 1080 da geral e, no seu escalão (M60), lugar 31 em 269
- Zélia Ferreira, tempo de 00:48:06, lugar 989 da geral e, no seu escalão (F50), lugar 5 em 169
- Rosa Ferreira, tempo de 00:52:33, lugar 1802 da geral e, no seu escalão (F50), lugar 8 em 169
- José Esperança, tempo de 01:18:11, lugar 8183 na geral e, no seu escalão (M60), lugar 253 em 269
- Lénio Marinho, tempo de 01:15:06, lugar 7705 da geral e, no seu escalão (M609, lugar 235 em 269
- Américo Martins, tempo de 00:59:52, lugar 3886 da geral e, no seu escalão (M40), lugar 709 em 1275
- Helena Esperança, tempo de 01:19:59, lugar 8289 na geral e, no seu escalão (F45), lugar 333 em 351
- Pedro Esperança, tempo de 00:58.07, lugar 3313 da geral

Vencedores,
- Masculino: António Pedro Rocha com o tempo de 00:30:20
- Feminino: Sara Moreira com o tempo de 00:33:46

Curiosidades:
- Teresinha faz a sua prova nº 100 🙌
- o vencedor masculino António Rocha (Clube S. Salvador do Campo), é um amador que bateu todos os profissionais (Rui Pedro Silva ficou em 2º lugar)

E pronto, é tudo.
A todos desejo um ótimo ano de 2019 com muitas corridas e, acima de tudo, nunca se esqueçam:

O melhor do Ano Novo
são os velhos AMIGOS

Bjs e abraços para todos
MIKE
2018.dezembro











terça-feira, 11 de dezembro de 2018

61ª Volta a Paranhos - a estreia da Ana




Pelo 5º ano consecutivo lá estávamos nós preparados para, mais uma vez, participarmos na prova mais antiga de Portugal que se realiza ininterruptamente.
Pois é.
É isso mesmo.
A Volta a Paranhos tinha a sua 61ª edição marcada, como habitual, para o dia 8 de dezembro.
Realiza-se sempre neste feriado nacional e, este ano, calhou ao sábado.
Como já sabem, é uma prova 100% popular, organizada pelo velho Salgueiral e, diria mesmo, é uma prova mítica aqui no Porto, com muita adesão de participantes.
Tem melhorado de ano para ano (lembro-me de um ano em que a entrega das medalhas foi um caos) mas, toda a gente "perdoa" estas "infantilidades" aos salgueiristas.
Assim, às 09H15 já estávamos a sair de casa rumo a Paranhos.
Desta vez ia só eu e a Teresinha pois, Leninha, Pedrinho e Diogo estavam impedidos devido a afazeres profissionais (c'est la vie, não é?)
Desta vez "atracamos" nas traseiras do ISEP.
Logo, logo, temos ao nosso lado o meu sobrinho João e sua mulher Ana.
A Ana andava a treinar há uns meses e, esta era a sua primeira prova de estrada.
Como era natural estava algo nervosa, algo que não fosse de admirar para quem, pela primeira vez, vai testar as suas capacidades.
Refiro-me unicamente ás suas capacidades físicas pois, mentalmente é uma autêntica campeã.
Tem uma força incrível de superação que "arrasta" o Joãozinho a sair da cama para passar a ter uma vida saudável.
Ok.
Toca a preparar, colocar dorsais, uns tubos de mel para a "novata" e, lá vamos nós para a partida.
Estava um pouco preocupado com o meu aquiles (ultimamente sinto sempre qualquer coisa depois dos treinos) mas, como eram só 10K, podia ser que ele não "acordasse".
Já estamos na Rua Alfredo Allen, mesmo em frente ao pólo Universitário de Paranhos.
Encontramos muita gente conhecida (principalmente quem connosco treina ás quartas feira na Maia) e, começamos logo a bater chapas.
Aqui vai:



                                       João, Ana (a novata  😊 ), Teresinha e Mike
                                                               (foto Simão Pedro Costa)
                                     


                 Agora com o nosso amigo Zé Esperança, grande campeão de longevidade




                                       O super rápido Serafim também lá estava




                                                Agora com o Lénio e o Silvério


Lá fomos aquecer ali nas redondezas e, já estamos preparados para irmos para a caixa de partida.
Ah, o tempo.
Falta indicação do tempo: pois estavam 13 graus com sol o que quer dizer que a sensação térmica era bastante boa.
Ok, já estamos na caixa.


                                    Os quatro aqui preparados para a arrancada 😊




                                                 Ás 10H45, segundos antes da partida


Cumprimentamo-nos pela última vez (acredita Ana, acredita 😊) e, pum, lá vamos nós.
Muito "trânsito" no início o que nos leva a ter bastante cuidado com o equilíbrio.
Curva á direita, subida (aqui ainda pior pois a rua estreitou), virar direita novamente e já estamos a descer passando por cima da VCI e com a sede do Salgueiros logo ali com música em altos berros.
"Teresinha, olha ali á tua direita um tipo a correr descalço!", digo eu.
É verdade, ia ali mesmo um atleta descalço!
Seria promessa?
Bom, siga.
ISEP, direita e já estamos a passar novamente pela linha da meta.

                                      
                                           Teresinha, como sempre, em grande estilo  😋



                                   Mike, sorridente, ainda sem dores no aquiles



                     Ana em grande estilo e concentradíssima e o descontraído João


Na passagem pela meta marcava 2,4K, virar esquerda, plano e já estamos no início da subida da Rua do Tua.
Subida curta mas íngreme.
O ritmo abranda (teria de ser), é só mais um pouco, mais um esforço e já estamos lá em cima no início da rua Costa Cabral,
Vamos descontraídos, soft, soft, a chamada velocidade de cruzeiro.
Desde que passamos a fazer, no mínimo, treinos de 16K, isto agora 10K é uma "brincadeira" e não dá para aumentar muito o ritmo pois o corpo está habituado a distâncias mais longas.
Marquês (sempre muita gente aqui) e, toca a descer a Rua da Constituição.
Já temos 5K "no papo", feitos em  00:27:33
Normal.
Em frente aos bombeiros temos o abastecimento de água.
Rua Serpa Pinto (ainda desce mais) e, já estamos no canil (6.1K)
Agora toca a subir para o Vale Formoso.
É uma subida durinha mas, aqui começo a sentir o aquiles esquerdo a "resmungar".
Mau, mau , mau, o melhor é não forçar para não atiçar o monstro.
Subida feita (7.5K) e agora descer a Rua Antero Quental.
Logo no primeiro cruzamento abro os olhinhos para ver se via o tio do FS (costuma lá estar sempre) mas, desta vez, não, desta vez tinha ficado no vale de lençóis 😊
Ritmo tranquilo pelos motivos que já indiquei, ao chegar ao Colégio Luso Francês virar á direita, mais uma ligeira subida (K9) e, só falta galgar o último kilómetro.
Aceleramos um pouco (nada de especial) e, lá fomos.





Serafim no último folego












Lénio, como sempre, bem disposto












Zé Esperança, feliz da vida, nas últimas passadas







Nota: tenho pena mas não encontrei uma única foto do Silvério para postar

Reta da meta e, pronto, já está.



                  O habitual beijo logo após cortar a meta (desta vez fomos "apanhados") 😁
                                                   (foto Simão Pedro Costa)


Fila para a medalha e água e, viemos esperar pelo casal Ana-João.
"Ali estão eles, ali estão eles".
Em bom ritmo aparecem eles na reta da meta.
Saltei para a estrada, dei uma corridinha á frente deles e, ainda deu para tirar uma foto.
Aqui vai,


                                         O sorriso da Ana é só felicidade  😊

E pronto. Prova superada.
Todos demos os parabéns à Ana pois fez uma prova extraordinária mostrando, principalmente a si própria que, quando queremos (muito), conseguimos.
PARABÉNS Ana, foste simplesmente fantástica. 💪
Apesar de não ter forçado, acabei a mancar um pouco o que já me vai dar para fazer umas visitinhas ao Paulinho para me tratar do malvado do aquiles.
Tem de ser, não é?
Bom, finalmentes,

Terminaram a prova 1977 atletas
- Teresinha, tempo de 00:54:15, lugar 1431 da geral e no seu escalão (VET60F), lugar 2 em 10
- Mike, tempo de 00:54:15, lugar 1433 da geral e, no seu escalão (VET60M), lugar 91 em 148
- Ana Ferreira, tempo de 01:05.07, lugar 1857 da geral e, no seu escalão (SenF), lugar 148 em 170
- João Santos, tempo de 01:05:07, lugar 1855 da geral e, no seu escalão (SenM), lugar 449 em 459

Agora os nossos amigos,
- Lénio Marinho, tempo de 00:59:17, lugar 1727 da geral
- José Esperança, tempo de 01:15:17, lugar 1957 da geral
- Silvério Pinto, tempo de 00:44.34, lugar 569 da geral
- Serafim Ramos, tempo de 00:42:52, lugar 437 da geral

Vencedores,
- Masculino: Rui Muga, tempo de 00:30:34
- Feminino: Daniela Sousa, tempo de 00:34:15

De salientar que a Teresinha, mais uma vez está no pódium (2º lugar no seu escalão) 👍
E pronto, é tudo.
Tudo, tudo, ainda não é.
Um última homenagem à Ana, a brilhante novata do dia. 😋
Bem merece.
Aqui vai,


                          Quando o homem (mulher) sonha, a obra nasce, não é Ana?  😁

Antes de terminar (mesmo), um agradecimento ao Simão Pedro Costa (seu pai corre pelo Amarante Running) que tem um coração enorme para andar a tirar excelentes fotos a quem não conhece só pelo simples prazer de o fazer.
Grande abraço Simão.

Bjs e abraços para todos
MIKE
2018.dezembro